"Nós vamos acabar com essa história de que o pobre não gosta de coisa boa. Aqui para eles. Nós gostamos de coisa boa", disse o presidente.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mostrou o dedo do meio para quem “acha que pobre não gosta de coisa boa”. O ato aconteceu nesta sexta-feira, 3, durante evento no Palácio de Planalto, em Brasília.
“Nós vamos acabar com essa história de que o pobre não gosta de coisa boa. Aqui para eles. Nós gostamos de coisa boa. Nós queremos tudo de primeira: comida de primeira, roupa de primeira, viajar de primeira, dentista de primeira, médico de primeira”, disse o presidente.
Ele falava sobre o programa Brasil Sorridente. O programa vai levar próteses feitas por escaneamento 3D para a população pobre – o que é considerado “chique” pelo presidente.
Após o gesto, Lula afirmou que os ricos costumam dizer ter bons planos de saúde e médicos “porque pagam”. Ele contestou, afirmando que o valor do plano é deduzido no Imposto de Renda. “Quem paga somos nós que deixamos de receber o dinheiro”, afirmou.
O evento desta sexta-feira é o último em que Lula pode fazer inaugurações. Por isso, montou uma força-tarefa com membros do alto escalão do governo. Eles participaram de eventos em 12 cidades: Altos (PI), Barra de São Miguel (AL), Bauru (SP), Campinas (SP), Cotia (SP), Garanhuns (PE), Itabaiana (SE), Mauá (SP), Nova Iguaçu (RJ), Osasco (SP), Tefé (AM) e Vassouras (RJ).
Na área da Educação, foram inaugurados dez campi de institutos federais, com investimento de R$ 206,6 milhões.
Na Saúde, o ministro Alexandre Padilha participou a partir de Campinas (SP), onde foram anunciados novos investimentos no programa Agora Tem Especialistas.
Já na Habitação, o ministro das Cidades, Vladimir Lima, participou a partir de Nova Iguaçu (RJ), onde 900 moradias foram entregues como parte de um pacote nacional de 1.619 unidades do Minha Casa, Minha Vida.