O Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse) promoveu uma ação educativa voltada à conscientização de profissionais de saúde, pacientes e acompanhantes sobre a importância da higienização correta das mãos para a prevenção de infecções. A ação fortalece um conjunto permanente de estratégias desenvolvidas pela unidade hospitalar para fortalecer a cultura de segurança do paciente.
A iniciativa foi realizada pelo Núcleo de Epidemiologia, Segurança do Paciente e Infecção Hospitalar (Nespih) e contou com uma abordagem lúdica, utilizando recursos audiovisuais e a participação da personagem “Bolharina”, que percorreu os setores do hospital levando orientações de forma leve e interativa. A higienização das mãos é a quinta Meta Internacional de Segurança do Paciente e é considerada uma das medidas mais simples, eficazes e acessíveis para prevenir infecções relacionadas à assistência à saúde.
Segundo a enfermeira do Nespih, Julian Albuquerque, a ação teve como foco reforçar práticas que fazem parte da rotina hospitalar e que precisam ser constantemente lembradas. “A higienização das mãos é o meio mais simples que temos hoje para prevenir infecções relacionadas à assistência à saúde. Nossas mãos são um importante veículo de transmissão de microrganismos, principalmente em ambientes hospitalares, onde existem pacientes vulneráveis, como os internados nas UTIs e que utilizam dispositivos invasivos”, explicou.
Durante a mobilização, as equipes reforçaram os cinco momentos da higienização das mãos, recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS): antes de tocar o paciente, antes da realização de procedimentos assépticos, após risco de exposição a fluidos corporais, após tocar o paciente e após tocar superfícies próximas ao paciente.
Além dos profissionais de saúde, pacientes e acompanhantes também receberam orientações sobre a importância da participação ativa no processo de cuidado. A proposta é estimular o engajamento de todos na prevenção de infecções hospitalares. “Quando o paciente ou acompanhante pergunta ao profissional se ele já higienizou as mãos, ele também está contribuindo para a segurança do cuidado. É importante que todos participem desse processo”, ressaltou a enfermeira.