
Em nota, a defesa do ex-governador do Rio de Janeiro afirmou que todos os atos praticados pela gestão seguiram critérios técnicos e legais.
A Polícia Federal afirma que o governo de Cláudio Castro (PL) permitiu a existência de um cenário propício para “atividades espúrias” no Rio de Janeiro atribuídas à Refit, empresa ligada ao empresário investigado Ricardo Magro.
Na manhã desta sexta-feira (15), agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão contra o ex-governador e contra Ricardo Magro. De acordo com comunicado da corporação, a Justiça determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 52 bilhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades econômicas das empresas ligadas aos investigados.
Os mandados ocorreram no âmbito da Operação Sem Refino, que apura a “atuação de conglomerado econômico do ramo de combustíveis suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior”.
Em nota, a defesa de Cláudio Castro afirmou ter sido “surpreendida” pela operação deflagrada na manhã desta sexta-feira (15). Os advogados do ex-governador afirmaram que não tiveram acesso ao conteúdo do mandado de busca e apreensão cumprido contra o político.
No texto, a defesa sustenta que todos os atos praticados durante a gestão de Castro “seguiram critérios técnicos e legais, previstos na legislação, incluindo medidas ligadas às políticas de incentivos fiscais do estado”.
De acordo com os advogados, Castro teria sido a única gestão que garantiu o pagamento de parcelas da dívida que a refinaria mantém com o estado, que somam cerca de R$ 1 bilhão.
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