
Professores, estudantes e técnicos da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) participaram, nos dias 12 e 13, em Campo Maior, das primeiras oficinas de planejamento voltadas à construção do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2027–2031. As atividades, realizadas em duas escolas da rede estadual, devido às obras de reforma e ampliação do campus Heróis do Jenipapo, abriram uma série de encontros que serão promovidos em todos os campi e centros da universidade para ouvir propostas e construir, de forma participativa, as metas e prioridades da instituição para os próximos anos.
A iniciativa, nomeada de “Fala Uespi”, conta com apoio técnico da Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi), que acompanham a metodologia aplicada durante as oficinas. Em Campo Maior, uma equipe da Seplan participou das atividades junto à equipe da Uespi, auxiliando na sistematização e análise das propostas apresentadas pela comunidade acadêmica durante a construção do diagnóstico participativo.

Durante a abertura das oficinas, o reitor, professor Paulo Henrique Pinheiro, destacou a importância da participação da comunidade acadêmica na construção do novo plano institucional da universidade. Segundo ele, o processo participativo permite que professores, técnicos e estudantes contribuam diretamente com propostas e apontamentos sobre a realidade de cada campus e centro da instituição. “São as pessoas que vivem diariamente esses espaços que conhecem os desafios e necessidades da universidade. Quando a comunidade participa da construção desse planejamento, fortalecemos uma gestão mais democrática e alinhada com a realidade da Uespi”, ressaltou.
De acordo com o pró-reitor de Planejamento e Finanças da Uespi, professor Kerle Dantas, a proposta é construir o novo PDI a partir da escuta da comunidade acadêmica em todos os territórios onde a universidade está presente. “Serão 48 oficinas ouvindo técnicos, professores e estudantes. O PDI é a principal peça de planejamento da universidade e é com base nele que vamos construir a Uespi que queremos para o futuro. Por meio desse processo participativo, vamos fortalecer ainda mais a instituição”, destacou.

Primeiro dia é marcado por mobilização e oficina com técnicos administrativos
No primeiro dia de atividades, a equipe da Pró-Reitoria de Planejamento e Finanças (Proplan) percorreu salas de aula e setores administrativos da Fundação Milton Soldani para apresentar a programação e ressaltar aos estudantes a importância da participação discente nos debates. Além disso, foi realizada a primeira oficina de planejamento com os técnicos administrativos.
Para a técnica administrativa Jéssica Gadelha, a oficina representou um espaço importante de participação da comunidade universitária na construção do planejamento institucional. “Foi um momento de fala e de escuta, em que nós, técnicos, nos sentimos valorizados e ouvidos. Poder contribuir com propostas para a universidade torna esse processo ainda mais significativo”, destacou.

Segundo dia: professores e estudantes contribuem para o novo PDI
De forma simultânea, no Centro Estadual de Tempo Integral (Ceti) Raimundinho Andrade, aconteceram as oficinas dos professores e dos estudantes, ambas acompanhadas por facilitadores da Uespi e da Seplan, responsáveis por apresentar dados e indicadores relacionados à realidade de cada campus. A partir desse diagnóstico, eles discutem pontos relevantes sobre a universidade, desafios que precisam ser enfrentados e propostas prioritárias para os próximos anos. Ao final das atividades, as sugestões são submetidas a uma votação, que define as demandas consideradas mais urgentes para compor a construção do novo PDI.
Joana Francinara, aluna do curso de Biologia, avalia a iniciativa como muito importante e destaca que a proposta fortalece a participação dos alunos nas decisões sobre o futuro da universidade. “Quem vive a Uespi todos os dias consegue ter uma visão mais próxima da realidade da instituição. É importante que estudantes e professores possam participar juntos desse planejamento e contribuir com ideias sobre o que precisa melhorar”.

A professora e coordenadora do curso de História, Mara Lígia, também ressaltou a importância das oficinas como espaço de construção coletiva do planejamento institucional. Segundo ela, a participação ativa da comunidade acadêmica fortalece o processo democrático dentro da universidade e contribui para que as propostas reflitam as necessidades reais dos campi e centros da Uespi.


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