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Antes de reunião de Trump e Xi, China alerta sobre venda de armas dos EUA para Taiwan

Antes de reunião de Trump e Xi, China alerta sobre venda de armas dos EUA para Taiwan

13/05/2026 às 12h41
Por: Redação Fonte: Reuters
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Antes de reunião de Trump e Xi, China alerta sobre venda de armas dos EUA para Taiwan

Antes de reunião de Trump e Xi, China alerta sobre venda de armas dos EUA para Taiwan.

 

O governo chinês classificou Taiwan como o "centro de seus principais interesses" e pediu que os EUA honrem compromissos internacionais, criticando o pacote recorde de US$ 11 bilhões em armamentos anunciado por Washington.

PEQUIM/TAIPÉ, 13 Mai (Reuters) – A ⁠China reiterou sua forte oposição às ⁠vendas de armas dos EUA para Taiwan ‌na quarta-feira, pedindo a Washington que honre seus compromissos antes da chegada do presidente dos EUA, ‌Donald Trump, para uma cúpula em Pequim.

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A questão do governo democrático de Taiwan, que a China considera como seu próprio território, e a venda de armas para Taipé certamente serão discutidas durante ⁠dois ‌dias de reuniões nesta semana entre Trump ⁠e o presidente chinês, Xi Jinping.

Os EUA são obrigados por lei a fornecer a Taiwan os meios para se defender, apesar da falta de laços diplomáticos formais. Em dezembro, o ​governo Trump anunciou um pacote de armas de US$11 bilhões para Taiwan, o maior de ​todos os tempos.

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Zhang Han, porta-voz do Escritório de Assuntos de Taiwan da China, disse que Taiwan é uma questão interna e um assunto para o povo chinês.

‘Nós nos opomos firmemente ‌ao envolvimento dos Estados Unidos em ​qualquer forma de laços militares com a região chinesa de Taiwan e nos opomos firmemente à venda de armas pelos ⁠Estados Unidos ​à região ​chinesa de Taiwan. Essa posição é consistente e inequívoca’, disse ela ⁠em Pequim.

Taiwan é o ‘centro ​dos principais interesses da China’ e honrar os compromissos assumidos por sucessivas administrações dos EUA são ‘obrigações internacionais que ​o lado norte-americano tem o dever de cumprir’, acrescentou Zhang.

Os EUA não assumem oficialmente ​nenhuma posição ⁠sobre a soberania de Taiwan de acordo com a política ‘Uma só ⁠China’, mas reconhecem, sem aceitar, a posição de Pequim de que a ilha é da China.

(Reportagem de Joe Cash, em Pequim, e Ben Blanchard e Yimou Lee, em Taipé; reportagem adicional de Ann ​Wang)

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