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Boletim epidemiológico: Alagoinhas divulga dados das arboviroses

A Prefeitura de Alagoinhas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SESAU), divulgou nesta sexta-feira (8) o balanço atualizado das arboviroses ...

08/05/2026 às 10h34
Por: Redação Fonte: Prefeitura de Alagoinhas - BA
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Foto: Reprodução/Prefeitura de Alagoinhas - BA
Foto: Reprodução/Prefeitura de Alagoinhas - BA

A Prefeitura de Alagoinhas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SESAU), divulgou nesta sexta-feira (8) o balanço atualizado das arboviroses no município. Os dados, que compreendem o período de 1º de janeiro a 07 de maio de 2026, revelam que a cidade registrou 1.399 casos suspeitos de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Do total de notificações realizadas nas primeiras 17 semanas do ano, o município contabiliza 73 casos confirmados de dengue, 199 de chikungunya e 05 de zika. Ainda há 781 casos em investigação e 346 descartados, aguardando conclusão laboratorial ou clínica.

De acordo com a Vigilância Epidemiológica, os bairros com maior concentração de notificações são: Jardim Petrolar com 20,58% das notificações de Dengue e 23,28% de Chikungunya; Centro com 18,68% das notificações de Dengue e 13,77% de Chikungunya; e o Teresópolis com 5,93% das notificações de Dengue e 6,89% de Chikungunya.

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A Diretoria de Vigilância em Saúde tem intensificado as ações de bloqueio das doenças: foram mais de 1.700 quarteirões visitados pelos agentes de Combate às Endemias (ACE) para o tratamento focal e a eliminação de criadouros; mais de 30 ações de bloqueio com bomba costal; ações educativas em escolas e unidades de saúde; capacitações de médicos e enfermeiros da rede para o manejo dos casos e das notificações; e mutirões no Petrolar.

Além disso, o município, juntamente com o Governo do Estado, vem realizando o reforço do UBV Pesado (fumacê) nas poligonais com maior índice de infestação que atingirão 46 mil imoveis já na primeira etapa.

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Também foi iniciada uma operação para responsabilizar proprietários de imóveis abandonados e sem manutenção que acumulam lixo ou restos de construção, viram criadouros do mosquito Aedes aegypti e colocam a saúde pública em risco. Os donos de terrenos ou edificações serão notificados e terão prazo de cinco dias para adotar as medidas necessárias. Caso isso não ocorra, o Município entrará nos imóveis, fará a limpeza e roçagem, e os proprietários pagarão pelos custos dos serviços, além de multa que pode chegar a R$ 1.040.

A Vigilância Entomológica alerta que o Índice de Infestação Predial (IIP) médio da cidade está em 1,78%, considerado estado de alerta. No entanto, localidades como o Parque da Jaqueira (8,82%) apresentam risco muito elevado para a reprodução do mosquito.

Orientações à População

A Prefeitura reforça que o combate ao mosquito é um esforço conjunto. É fundamental que os moradores dediquem pelo menos 10 minutos por semana para inspecionar seus quintais, tampar caixas d’água e eliminar recipientes que possam acumular água parada. Em caso de sintomas como febre alta, dores nas articulações ou dor atrás dos olhos, a recomendação é procurar a unidade de saúde mais próxima.

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