
Até esta terça-feira (5), as equipes que formam o mutirão de recolhimento de resíduos sólidos em toda extensão da Reserva Indigena de Dourados, tinham coletado 250 toneladas de lixo. A ação tem como foco eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor também da dengue e zika, em uma força-tarefa que envolve Defesa Civil (estadual e municipal), Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), Secretaria Municipal de Saúde (Sems), Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), além do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) e da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai).
Os trabalhos seguem diretrizes do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), criado pela Prefeitura de Dourados para coordenar o enfrentamento à epidemia de Chikungunya na Reserva Indígena e no perímetro urbano do município, bem como fazem parte do Plano de Ação de Incidente para o Enfrentamento da Chikungunya.
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