
Com foco na promoção da saúde materno-infantil e na eliminação da transmissão vertical de doenças, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Estadual de Saúde (Funesa) e da Escola de Saúde Pública de Sergipe (ESP-SE), realizou, nesta segunda-feira, 04, a Oficina de Monitoramento e Controle da Transmissão Vertical – Selo de Boas Práticas. A iniciativa integra as estratégias do estado para qualificar a assistência e garantir um cuidado mais seguro e contínuo para gestantes e crianças em todo o território sergipano.
Voltada a profissionais da Atenção Primária à Saúde, Vigilância Epidemiológica e demais pontos da Rede de Atenção à Saúde, a formação tem como objetivo fortalecer o acompanhamento desde o pré-natal até o pós-parto, promovendo a prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado. A proposta também visa preparar os municípios para a certificação de boas práticas, com foco na eliminação da transmissão vertical até 2030, por meio da integração entre serviços e da atuação qualificada dos profissionais envolvidos no cuidado.
A responsável técnica da SES para o atendimento de gestantes e crianças com HIV/Aids, fisioterapeuta sanitarista Jôse Calasans, destacou que a capacitação amplia a organização da rede e fortalece o cuidado integral. “Essa oficina trabalha o monitoramento e a certificação dos municípios que têm potencial para eliminar a transmissão vertical. A ideia é envolver toda a rede de atenção, desde a atenção básica até a maternidade e os serviços especializados, garantindo que a gestante seja acompanhada em todas as etapas e que a criança tenha continuidade no cuidado após o nascimento”, afirmou.
A biomédica da área técnica de Infecções Sexualmente Transmissíveis do município de Lagarto, Luanna Dominick, ressaltou que a formação contribui para o fortalecimento da atuação dos profissionais e da gestão. “Quando a gente aprofunda o conhecimento sobre os sistemas e o funcionamento do SUS, conseguimos atuar de forma mais eficaz. É importante que os profissionais estejam preparados, mas também que consigam repassar esse conhecimento, porque quanto mais a gente aprende, mais a gente fortalece o cuidado no município”, explicou.
A enfermeira e gerente técnica dos programas municipais de Infecções Sexualmente Transmissíveis de Aracaju, Larissa Ribeiro, enfatizou a importância da integração entre os serviços para alcançar melhores resultados. “Essa capacitação é fundamental para alinhar toda a rede, porque o cuidado não acontece de forma isolada. Precisamos integrar atenção básica, vigilância e serviços de referência para garantir um acompanhamento completo. Além disso, os profissionais têm um papel essencial na orientação das gestantes, reforçando a importância do pré-natal e do tratamento para evitar a transmissão vertical”, destacou.







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