
Com o intermédio do escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) em Belém, extrativistas de açaí do Furo das Marinhas, em Mosqueiro, distrito da capital paraense, podem começar a receber, ainda este semestre, crédito rural para manejar as áreas nativas.
Os contratos individuais da linha B do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) com o Banco da Amazônia (Basa), no valor de até R$ 12 mil, para homens e de até R$ 15 mil, para mulheres, estão sendo articulados em benefício imediato das comunidades Bacabeira, Mutucum e Xiteua, de acordo com demanda da Associação de Moradores das Comunidades Bacabeira e Xiteua (Amorcaxi).
Em propriedades de três a cinco hectares em média, as famílias também trabalham com artesanato, roças de mandioca, cultivo de tilápia em tanque escavado e criação de galinha-caipira e de porcos.
“Ali é uma tradição já eficiente de diversificação, porém sob sistemas ainda muito rústicos, que merecem aperfeiçoamento tecnológico, inclusive para se expandir e consagrar renda. Entendemos, assim, que as políticas públicas podem ser essas catalisadoras”, aponta Emerson Penha, engenheiro agrônomo da Emater.
Mobilização
Este mês, a equipe da Emater tem se reunido com as comunidades na sede da Amorcaxi, no Ramal da Bacabeira, para orientar sobre direitos tais quais fornecimento de produtos para a merenda escolar, via Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), e aposentadoria rural.
A etapa operacional de agora é de emissão e atualização de cadastros nacionais da agricultura familiar (cafs), documento preliminar de acesso às políticas públicas do setor agrícola e fundiário.
Texto: Aline Miranda
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